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XVIII Encontro de Iniciação à Pesquisa
Universidade de Fortaleza
22 à 26 de Outubro de 2012
Complicações pulmonares e comorbidades dos pacientes transplantados de Danna de Macêdo Franco*1, Thais Muratori Holanda2, Pedro Henrique Maia3, Emilia Maria Matos Rocha4, Cyntia Maria Sampaio Viana5, Mirizana Alves de Almeida6 4. Hospital de Messejana, Fisioterapeuta 5. Hospital de Messejana, Pneumologista 6. Faculdade Christus, Doutora, Professora Orientadora Palavras Chave: Transplante pulmonar. Comorbidade. Complicações pulmonares. Introdução: Atualmente o transplante pulmonar (TP) é uma técnica cada vez mais utilizada em pacientes
com doenças pulmonares crônicas, não responsivas à tratamentos menos invasivos. Objetivos: Descrever
as complicações pulmonares e comorbidades de pacientes submetidos ao TP no Hospital de Messejana. Metodologia: Pesquisa documental, descritiva e de campo realizada entre julho de 2011 e junho de 2012.
Resultados: Foram analisados prontuários de cinco pacientes que realizarram o TP no HM. Todos são do
gênero masculino com idade média de 52,8±8,04 anos, três são casados, três possuem o ensino médio completo e quatro são de Fortaleza. A fibrose pulmonar foi detectada em três pacientes e dois possuem enfisema pulmonar. Quatro realizaram TP unilateral e um bilateral. Todos os pacientes utilizavam medicação para alívio dos sintomas pré transplante e todos utilizaram imunossupressores e antibióticos pós TP. A estratégia ventilatória foi a mesma e todos foram extubados com um tempo médio de 39,11 horas. Dentre as comorbidades estão hipercolesterolemia, hiperglicemia, hábitos tabágicos, hipertensão arterial pulmonar e doenças infecciosas. As complicações pulmonares encontradas foram hipoxemia, infiltrado pulmonar,
infecção pulmonar, fibrilação atrial, distenção abdominal, pneumotórax e acidente vascular cerebral. Conclusão: As comorbidades encontradas nos pacientes submetidos ao TP no HM foram
hipercolesterolemia, hiperglicemia, hábitos tabágicos, hipertensão arterial pulmonar e doenças infecciosas. Em relação às complicações pulmonares foram observadas principalmente infecções pulmonares, oriundas do pulmão doado, hipoxemia e infiltrado pulmonar. Introdução
O transplante pulmonar (TP) está experimentando uma período de ascensão com números crescentes de procedimentos realizados, de grupos interessados em pesquisa e de hospitais que planejam implantar programas de transplante. Os bons resultados divulgados na literatura nos últimos anos, impulsionam o desenvolvimento desta técnica cirúrgica e desperta o interesse de pesquisadores, profissionais da saúde, do governo e da própria sociedade como recurso a ser utilizado no tratamento dos pacientes (PÊGO-FERNANDES; MARIANI, 2009). Hoje, o procedimento é realizado em mais de 150 centros em todo o mundo, aumentando progressivamente a sua incidência, passando de 54 casos em 1985, para 1.358 casos em 1995 e 2.388 casos em 2005 (CHRISTIE et al., 2008; CHRISTIE et al., 2009). No Brasil, os primeiros TP foram realizados em Porto Alegre (1989) e São Paulo (1990). Atualmente são realizados em dez centros em todo o país, sendo cinco em São Paulo, dois no Rio de Janeiro, um em Belo Horizonte, um em Porto Alegre e um em Fortaleza. O Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM), localizado na capital do Ceará, é o mais novo centro brasileiro a realizar TP tendo operado cinco pacientes entre junho de 2011 e abril de 2012 (PÊGO-FERNANDES et al., 2008; ABTO, 2012). Com a implementação do serviço de TP no Ceará é importante conhecer o perfil dos pacientes e a realidade do serviço, pois trata-se de um procedimento novo e importante na assistência aos pacientes, que foi recentemente implantado no primeiro centro fora das regiões sul e sudeste. O objetivo deste estudo foi descrever as complicações pulmonares e as comorbidades dos Metodologia
Trata-se de uma pesquisa documental, descritiva e de campo, realizado no período de julho de 2011 a maio de 2012, no HM. As informações foram coletadas nos prontuários de pacientes que foram submetidos ao TP de janeiro de 2011 a abril de 2012 no HM. Os dados dos prontuários foram coletados em uma ficha própria elaborada pela pesquisadora. Os dados foram tabulados e foi realizada análise descritiva. A pesquisa foi submetida ao Comitê de Ética da Faculdade Christus e do HM Dr. Carlos Alberto Studart Gomes, e executada somente após aprovação (protocolo nº 846/11 no HM e nº 021/12 na Faculdade Christus). Alguns dados do paciente número cinco não foram coletados, pois este paciente veio a óbito por infecção bacteriana e seu prontuário ainda estava indisponível no arquivo do HM. Resultados e Discussão
Foram analisados cinco prontuários de pacientes que realizaram TP no HM no período da realização desta pesquisa. Quanto aos aspectos demográficos todos são do gênero masculino, com idade média de 52,8±8,04 anos, sendo três casados e dois solteiros, três com o ensino médio completo e dois completaram apenas o fundamental. Quanto à origem quatro são de Fortaleza-CE e um de Apodi-RN. Quanto à doença de base três eram fibrose pulmonary e dois enfisema pulmonar, sendo um por deficiência de α-1 anti-tripsina e outro por tabagismo. Quanto ao tipo de TP o mais realizado foi o unilateral (quatro), sendo deste dois do lado esquerdo do tórax e dois do direito e apenas um transplante bilateral de pulmão. Em relação à medicação (tabela 01) todos os pacientes fizeram uso de antibióticos, imunodepressores e antiinflamatórios em algum momento. Tabela 01: Medicação utilizada pelos pacientes. Paciente
Medicação pré
Medicação pós
Sandimmus®, Azatioprina, Predinizona, Anfotericina, Sandimmus®, Azatioprina, Predinizona, Anfotericina Sandimmus®, Azatioprina, Predinizona, Nistatina, A tabela 02 mostra os dados da ventilação mecânica (VM). Todos os pacientes foram recebidos na UTI inicialmente no modo assisto controlado e foram extubados no modo CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas). Tabela 02: Dados da ventilação mecânica. Volume corrente em mililitros,FR=frequência respiratória em incursões por minuto, PEEP=pressão positiva no final da expiração, FiO2=fração inspirada de oxigênio, SaO2=saturação arterial de oxigênio, VM=ventilação mecânica, AC=assisto controlado, CPAP=pressão positiva contínua nas vias aéreas. Em relação às comorbidades e às complicações pulmonares os dados estão dispostos na tabela 03. Observa-se que a infecção pulmonar foi bastante frequente nos pacientes estudados. Tabela 03: Comorbidades pré TP e complicações pós TP apresentadas pelos pacientes. Paciente Infecção respiratória pelo doador (S. AVC=acidente vascular cerebral, HAP=hipertensão arterial pulmonar, PPD=derivado de proteína purificado.
DISCUSSÃO

Os resultados deste trabalho mostram que o paciente submetido ao TP é majoritariamente do gênero masculino, de meia idade. Segundo Oliveira, Jardim e Rufino (2004) o enfisema pulmonar atinge cerca de 5% da população brasileira e os sintomas desta doença agravam progressivamente e se tornam Quanto à doença de base observa-se que a fibrose pulmonar foi a mais frequente seguida pelo enfisema pulmonar, o que contradiz os achados de Gross e Hunninghake (2002), Wahidi et al. (2002) e Orens et al. (2006) onde 54% dos pacientes possuíam enfisema e 24% fibrose. Assim como nas pesquisas de Starnes et al. (2004), Date et al. (2003), Cohen e Starnes (2000), Mendeloff et al. (2002), Bowdish et al. (2004) e Yu e Garrity (2003) que relatam o TP unilateral como o mais comum, fato justificado por grande maioria dos pacientes serem portadores de enfisema e fibrose pulmonar, esta pesquisa revelou como mais prevalente o TP unilateral realizado em quatro dos cinco pacientes estudados. Segundo Jatene, Pêgo-Fernandes e Medeiros (2009) este tipo de TP é mais comum pneumopatias não supurativas como o enfisema pulmonar e a fibrose cística que são doenças pulmonares obstrutiva e restritiva, respectivamente. Dentre a medicação que os pacientes utilizavam estão os imunossupressores, administrado para evitar a rejeição ao órgão transplantado. Segundo Arakaki e Forte (2005) essa medicação é administrada em tríade de corticóide, azatioprina ou micofelonato e ciclosporina ou tacrolimus. Toda essa atenção voltada à imunossupressão é na tentativa de evitar a rejeição ao órgão transplantado, o que segundo Tamm et al. (2005), Barr et al. (2005) e De Perrot et al. (2005) é comum no primeiro ano pós transplante. Outra medicação bastante utilizada pelos pacientes desta pesquisa foram os antibióticos. Quanto a estes fármacos Tamm et al. (2005), Barr et al. (2005) e De Perrot et al. (2005) relatam que estes são de extrema importância no cuidado dos pacientes transplantados de pulmão, pois as infecções respiratórias e pulmonares são bastante comuns nos primeiros seis meses pós TP. Segundo Arakaki e Forte (2005) este fato está relacionado à imunossupressão e ao novo pulmão que é temporariamente desnervado diminuindo o movimento mucociliar, a drenagem linfática e o reflexo da tosse. A estratégia ventilatória é influenciada pela doença de base do paciente, segundo Arakaki e Forte (2005) e Silva e Cavalheiro (2012). O paciente com fibrose pulmonar deve permanecer intubado por pelo menos 12 horas na tentativa de diminuir o edema pulmonar em conseqüência da lesão secundária isquemia reperfusão. Já o paciente com enfisema pulmonar deve ser extubado o mais rápido possível para evitar a hiperinsulflação do pulmão remanescente. Pode-se observar nesta pesquisa que todos ao pacientes receberam a mesma estratégia ventilatória e foram extubados assim que possível. Quanto às complicações pulmonares observou-se uma maior incidência de infecção pulmonar. Segundo Barr et al. (2005) fatores como anestesia geral, tempo de anestesia, ventilação mecânica invasiva durante o procedimento cirúrgico, manipulação e incisão cirúrgica, presença de drenos e dor geram importantes reduções nos volumes e capacidades pulmonares, desencadeando uma serie de complicações respiratórias, principalmente em bases pulmonares, como: pneumonias, insuficiência respiratória, atelectasias, empiema, fístula broncopleural, tromboembolia pulmonar, pneumotórax, edema pulmonar e Esta mesma pesquisa de Barr et al. (2005) ainda relata que o pós-operatório imediato é etapa mais importante, para que se garanta o sucesso da cirurgia, pois trata-se de uma cirurgia torácica agressiva e mostra que complicações pulmonares pós-cirúrgicas são a maior causa de morbi-mortalidade, apresentando índices que variam de 20 a 40% após cirurgias sobre o tórax e o abdome. Os resultados da presente pesquisa não revelou nenhuma comorbidade significativa que comprometeria o sucesso do TP. Em relação a esta segundo Rosenblatt (2009) e Egan, Mccullough e Murray (2003) existem aquelas consideradas contra-indicações absolutas como disfunção renal, Síndrome da Imuno-Deficiência Adquirida, neoplasia maligna nos últimos 2 anos e hepatite B e C, e as relativas osteoporose sintomática, doença musculoesquelética severa e necessidade de ventilação invasiva. Segundo estes autores os exames pré transplantes são essenciais para detectar possíveis comorbidades pré transplante para que estas possam ser tratadas antes da realização do procedimento ou para que haja a exclusão do paciente da lista de espera para o TP. Conclusão
As comorbidades encontradas nos pacientes submetidos ao TP no HM foram hipercolesterolemia, hiperglicemia, hábitos tabágicos, hipertensão arterial pulmonar e doenças infecciosas.Essas co-morbidades estão relacionadas à própria doença de base, estilo de vida e foram observadas nos resultados dos exames Em relação às complicações pulmonares foram observadas principlamente infecções pulmonares, oriundas do pulmão doado e outras complicações da própria cirurgia como hipoxemia, infiltrado pulmonar e Referências
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Agradecimentos
Agradecemos ao Hospital de Messejana por abrigar a pesquisa e a Faculdade Christus pelo apoio a realização da mesma.

Source: http://www2.unifor.br/encontros/PDFs/10018%20-%20Resumo.pdf

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Veterinaria, Anno 16, n. 3, Ottobre 2002 APPROCCIO TERAPEUTICO ALLE PIÙ COMUNI CARDIOPATIE DEL CANE E DEL GATTO: RUOLO CARDINE DEI FARMACI DIURETICI CLAUDIO BUSSADORI Med.Vet., Med. Chir. Dipl. ECVIM (Cardiology) * DANITZA PRADELLI , Med. Vet * * ORIOL DOMENECH , Med. Vet * * Clinica Veterinaria Gran Sasso, via Donatello 26, 20131 Milano * * Sezione di Clinica Medica V

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